FECHADO PARA REFORMA...rs
ASSIM QUE BAIXAR AS FOTOS DE PARATY COLOCAREI AQUI.
Beijos!

FECHADO PARA REFORMA...rs
ASSIM QUE BAIXAR AS FOTOS DE PARATY COLOCAREI AQUI.
Beijos!
"Aprenda uma coisa: o mundo não gira em torno de você, Só quando você bebe demais."
(Autor desconhecido)
PS: Estou indo a Parati. Só retorno domingo a noite. Bom fim de semana para vocês!
FALTANDO UM PEDAÇO
Djavan
o amor é um grande laço
um passo pr'uma armadilha
um lobo correndo em círculo
pra alimentar a matilha
comparo sua chegada
como a fuga de uma ilha
tanto engorda quanto mata
feito desgosto de filha, de filha
o amor é como um raio
galopando em desafio
abre fendas, cobre vales
revolta as águas dos rios
quem tentar seguir seu rastro
se perderá no caminho
na pureza de um limão
ou na solidão do espinho
o amor e a agonia
cerraram fogo no espaço
brigando horas a fio
o cio vence o cansaço
e o coração de quem ama
fica faltando um pedaço
que nem a lua minguando
que nem o meu nos seus braços. . .

Imagem: http://tkfiles.storage.msn.com
Namoro à distância
Assunto delicado... Aliás, namoro em geral é um assunto bastante delicado, já que cada um de nós tem uma maneira pessoal de lidar com as emoções.
Conheço alguns relacionamentos que se sustentam bastante bem à distância, é bem verdade que surgindo qualquer oportunidade os parceiros se apressam para o encontro, as relações sempre se estreitam com a presença física do parceiro(a)...
Hoje com o advento da internet e das webcams temos uma relativa proximidade uns dos outros e de uma certa forma retornamos aos tempos do cortejo, do
Antigamente muitos namoros eram feitos através de cartas que levavam semanas para chegar a seu destino e assim mesmo os “amantes” terminavam por casar, enfim o ser humano tem uma capacidade única de gerenciar suas emoções de uma maneira bastante diversificada.
De uma certa forma, o namoro à distância pode trazer os parceiros para um
Às vezes moramos numa mesma cidade e às vezes até no mesmo bairro e essa certeza da proximidade unida às nossas próprias urgências diárias faz com que adiemos uma conversa talvez inadiável ou uma confidência tão necessária...Por outro lado, a distância pode causar ansiedade e insegurança, porque ir a um cineminha juntos, de mãos dadas, e passar o resto da noite falando de amor abraçados não é de se desprezar...
Enfim, temos cada dia mais possibilidades de nos comunicarmos uns com os outros, mas aparentemente é a capacidade que vai nos fugindo e embora achemos que não, muitas vezes optamos pela solidão com medo de nos machucarmos e fugimos de experiências fundamentais para nosso amadurecimento e crescimento pessoal.
O fundamental me parece, é ter claro que coisas me fazem bem e que coisas me fazem mal, escutar um pouco da minha intuição. Quanto à distância, vai depender muito daquilo que se espera de um relacionamento.
Ina Gracindo
Advogados
Cliente: Posso lhe fazer duas perguntas, doutor?
Advogado: Qual é a segunda?
Fonte:www.quatrocantos.com
PS: Estarei o dia inteiro na UERJ, mas desejo a todos vocês uma boa semana!
Íldica
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Atendendo a um chamado do Profº Sérgio Ricardo a quem respeito e admiro estou hoje participando com orgulho desta blogagem coletiva.
Identificação
- Você é um porco! - diz a mulher.
- Você é uma vaca! - diz o homem.
- Muito bem - diz o delegado. - Agora que já estão devidamente identificados vamos iniciar os depoimentos.
Fonte:www.quatrocantos.com
MUDANÇAS
Toda mudança é dolorosa. Observamos essa dor no nascimento. Qual a primeira reação do bebê ao nascer? Chorar! A saída do útero materno para o mundo exterior é terrível para ele. É um choque.
As mudanças em nossa vida também. Doem, machucam, ferem, mas muitas vezes é para melhor.
Íldica
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Segundo o Aurélio, leviano é um adjetivo e significa: “que julga ou procede irrefletidamente; precipitado, inconsiderado, imprudente. Sem seriedade, inconstante”.
Eu começaria lançando um questionamento íntimo e pessoal: quem, em toda a sua vida, nunca agiu de modo irrefletido, nunca foi precipitado ou imprudente? Quem, de modo algum, jamais, agiu sem seriedade ou foi inconstante?!?
Creio que, alguns mais, outros menos, todos nós já fomos levianos alguma vez na vida! Portanto, deveria se tratar apenas de mais um adjetivo que caracteriza nossa condição de imperfeitos! No entanto, o que me parece é que a leviandade passou a ser a base de muitas atitudes e recorrentes escolhas, especialmente aquelas que ganham destaque na mídia, seja de que modo for – para o bem ou para o mal.
Assim, já não amamos ou odiamos pelo que realmente somos ou baseados naquilo em que realmente acreditamos. Já nem sabemos mais quais são os valores que nos guiam, as verdades que nos conduzem. Perdemos o bom senso, a noção de limite e a capacidade de crítica.
Do mesmo modo que elegemos um “zé ninguém” como celebridade, passamos a admirar e respeitar uma “maria vai com as outras” como ditadora de um estilo ou de uma teoria qualquer, também dizemos que amamos para todo sempre um “fulano” que nem sabemos quem é... que acabamos de conhecer ou sequer tivemos essa oportunidade. Amamos virtualmente e tudo bem!
E neste ritmo, vamos apostando em sentimentos levianos, que não existem, que não têm raízes. Gente! Sentimentos precisam ser cultivados, nutridos e considerados como algo muito importante – porque são muito importantes! E o que é importante carece de dedicação, delicadeza, intensidade, tempo... Carece de troca, partilha, disponibilidade, experiências em comum... É o exercício do sentir que torna real o sentimento.
Mas porque temos abandonado nossas referências sobre o que seja sentir de verdade, terminamos acreditando que temos muito mais direitos e muito menos deveres do que deveríamos nessas relações levianas e vazias que insistimos em sustentar.
E toda vez que nos esvaziamos do que poderia ser criativo, produtivo e transformador, chegamos mais perto das tragédias e da insanidade, das ações impulsivas e das escolhas desesperadas... Caímos em nossas próprias armadilhas e nem percebemos.
Sabe qual é a reação das pessoas que nos assistem? A mesma que a nossa diante da queda do outro: nos achamos os donos verdade! Acusamos, apontamos o dedo, julgamos, condenamos, massacramos, comportamo-nos tão monstruosa e indignamente quanto os mais terríveis levianos. E nos chamamos de justiceiros...
Quanta falta de humanidade de todas as partes: de quem comete a insanidade e de quem aponta o dedo como se fosse perfeito. Quanta falta de referência: nem Jesus, nem Buda, nem Madre Tereza, nem o Dalai Lama, nem nenhum outro grande Mestre jamais defendeu o atirador da primeira pedra. Pelo contrário, todos eles pregaram a compaixão, o perdão e a lembrança de que somos todos iguais, sem o direito de julgar o outro.
E o que temos feito?!? Leviandades... nada mais que leviandades... maiores, menores, estrondosas, imperceptíveis... não importa o tamanho... temos cometido inúmeras leviandades e continuamos nos considerando os melhores, os mais corretos, os mais repletos de razões.
Neste momento e de hoje em diante, quero apenas olhar para o meu próprio dedo e – mais do que justiça – pedir piedade, porque é disso que todos nós estamos precisando!
Fonte: www.somostodosum.ig.com.br
O caos
Um médico, um administrador e um especialista em computadores discutiam sobre qual seria a mais antiga das profissões.
O médico: está na Bíblia: Deus criou Eva a partir de uma costela de Adão. Houve, então, um procedimento cirúrgico o que prova que a minha profissão é a mais antiga.
O administrador: lá no Gênesis está escrito que Deus criou o céu e a terra a partir do caos. Não há dúvidas de que isso requer um bom conhecimento de administração.
O especialista em computadores: e quem vocês acham que criou o caos?
Fonte:www.quatrocantos.com


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BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, Cinema e vídeo, Saúde e beleza, filosofia, sexo, viagens, arte e cultura
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